Nenhum Caminho se Faz Só: A Força da Rede Feminina no Mundo Profissional

8 de março de 2026

Thallyta Figuerôa: Transformando Estruturas Através da Equidade, muito além da Cadeira – o Significado da Mulher em Postos de Decisão.

Meu nome é Thallyta Figuerôa, sou administradora e minha trajetória é apenas uma das muitas vozes que compõem a luta feminina. Neste 8 de março, ocupo o Blog BPN para compartilhar como a busca por equidade e respeito molda quem eu sou hoje.

Lugar de Mulher é Onde Ela Transforma a Realidade

Ao longo da minha caminhada profissional, tive a oportunidade de ocupar espaços que, por muito tempo, foram majoritariamente ocupados por homens. Estar nesses lugares me fez compreender, de forma muito concreta, que a presença feminina em posições de decisão ainda carrega significados que vão além da trajetória individual.

Cada mulher que chega a esses espaços ajuda a questionar estruturas históricas e a ampliar as possibilidades para outras que virão depois.

Mas também aprendi algo muito importante nesse processo: nenhum caminho precisa ser percorrido sozinho. O apoio de outras mulheres tem um papel fundamental nessa jornada. Quando uma mulher reconhece, incentiva e fortalece outra, ela contribui para quebrar uma lógica antiga que nos ensinou que o espaço era pequeno demais para todas.

Na verdade, quanto mais mulheres ocupam e transformam esses ambientes, maior esse espaço se torna.

Falar sobre equidade e respeito, portanto, não é apenas falar sobre ideias ou princípios. É falar sobre atitudes concretas que transformam realidades: abrir oportunidades, valorizar diferentes trajetórias, ouvir outras perspectivas e construir ambientes em que mulheres possam exercer plenamente suas capacidades.

Também é reconhecer que ocupar esses lugares traz consigo uma responsabilidade importante: manter as portas abertas.

Porque cada conquista feminina precisa se transformar em caminho para outras mulheres. Em incentivo para meninas que ainda estão construindo seus sonhos. Em exemplo de que liderança, competência e sensibilidade não têm gênero.

Neste Dia Internacional da Mulher, mais do que celebrar avanços, acredito que o convite é para continuarmos transformando os espaços que antes nos eram fechados. Para que eles se tornem ambientes mais diversos, mais justos e mais humanos.

E para que nenhuma mulher precise duvidar se aquele lugar também pode ser dela.

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