
Em setembro de 2021, o programa “Vivência” apresentou uma entrevista com Íris Alacoque, jornalista e figura marcante da comunicação em Caruaru. A conversa gira em torno da celebração dos 30 anos da TV Asa Branca, emissora da qual Íris foi uma das primeiras repórteres, marcando o início de sua trajetória profissional. Ela detalha os desafios e as alegrias de trabalhar em uma emissora local nos primórdios da televisão em Caruaru, comparando a experiência com o trabalho posterior na TV Pernambuco e em outras emissoras. A entrevista também aborda sua trajetória no rádio, iniciada na Rádio Liberdade, e a importância deste meio de comunicação como companheiro em momentos diversos.
Íris compartilha memórias da TV Tropical, precursora da TV Pernambuco em Caruaru, e destaca a influência da TV Asa Branca como um divisor de águas na comunicação regional, aproximando a mídia da realidade local. Ela analisa as diferenças entre a grade de programação mais fechada de emissoras como a Globo e a maior flexibilidade de outras, como a TV Jornal, permitindo uma cobertura mais abrangente dos acontecimentos locais. Sua experiência como assessora de imprensa também é discutida, com reflexões sobre a necessidade de transparência e honestidade na comunicação empresarial.
Um aspecto marcante da entrevista é a profunda fé de Íris e sua visão de Deus como uma presença constante e atuante em sua vida. Ela descreve sua relação com a fé como um relacionamento próximo e pessoal, que a guia em suas decisões e lhe proporciona paz e direção. A entrevista também aborda sua experiência como mãe e a relação com seus filhos, um advogado e um engenheiro, ambos seguindo caminhos profissionais distintos.
Finalmente, a conversa toca em sua formação em Direito, mesmo sem atuar diretamente na área, e como essa formação contribui para sua atuação profissional em outras áreas, como jornalismo e assessoria de imprensa. Íris destaca a importância da adaptação às novas tecnologias, enfatizando a necessidade de se manter atualizada para continuar relevante no mercado de trabalho. A entrevista culmina com a lembrança da Medalha de Honra ao Mérito que recebeu, um reconhecimento de sua trajetória e contribuição para a comunicação de Caruaru. A conversa se encerra com reflexões sobre a carreira e a expectativa de um futuro repleto de novos projetos e desafios.
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