
Por: Redação BPN
A entrega do Prêmio Paixão Cultural Diva Pacheco foi marcada por momentos de forte emoção e reconhecimento. Entre os homenageados, Azulinho se destacou não apenas pelo sobrenome de peso que carrega, mas pela trajetória sólida que vem construindo com identidade própria. Em conversa com a repórter Janaína Oliveira, o artista abriu o coração sobre este momento ímpar de sua carreira.
Além do Legado: As Próprias Asas
Herdeiro do talento do “Pequeno Gigante” Azulão, Azulinho entende a responsabilidade, mas celebra a conquista de seu espaço. Durante a entrevista, ele afirmou que o prêmio chega em um momento de maturidade, onde suas composições autorais e projetos internacionais ganham força. “Este reconhecimento só afirma que a continuidade de um legado, mas também um Azulinho que tem as suas próprias asas para voar em qualquer lugar do mundo”, declarou o músico.
Um Artista Plural
Quem associa Azulinho apenas ao forró tradicional pode se surpreender com sua bagagem musical. O artista revelou que sua formação passou pelo pagode nos anos 2000, pelo samba e pelo frevo, influências que ele carrega até hoje em suas apresentações.
Essa diversidade é fruto de um berço cultural rico e de um estudo constante da música pernambucana, citando ícones como Alceu Valença e J. Michiles. Essa versatilidade permite que Azulinho entregue shows dinâmicos e adaptáveis: “Se você contratar Azulinho, Azulinho canta o que tu quiser”, brincou, reforçando que seu repertório passeia com maestria por diversos gêneros.
Memórias e Homenagens
Um dos pontos altos da entrevista foi a lembrança afetiva de seu pai com o cantor Noite Ilustrada. Azulinho contou que cresceu ouvindo os discos autografados que o pai trazia para casa, o que o inspirou a fazer uma homenagem especial em seu último pré-carnaval.
O Blog BPN parabeniza Azulinho pelo prêmio e por manter acesa a chama da cultura nordestina com tanto talento e inovação.
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