
Mais do que um evento itinerante que leva arte, música e cultura por todo o estado, o festival carrega na sua essência um sentimento histórico de orgulho, autonomia e identidade. A expressão “Pernambuco, meu país” resgata a herança da Revolução Pernambucana de 1817, cujos símbolos estampam nossa bandeira até hoje: o arco-íris da união, o sol da justiça, a estrela da federação e a cruz da nossa fé.
Na sua 3ª edição, em 2026, a identidade visual do festival levou essa celebração cultural ainda mais longe. Com assinatura do artista visual, ceramista e muralista recifense Glauber Arbos — e cenografia de Walther Holmes —, a marca do evento foi construída sob o conceito do “folclore futurístico”. Trata-se de uma fusão entre a tradição do Movimento Armorial, a energia urbana do Manguebeat e a ousadia da ficção científica.
A estética do festival em 2026 prestou homenagem a três grandes pilares da nossa cultura e design:
Mestre Vitalino: Paleta em tons terrosos e texturas orgânicas que remetem à argila e às figuras do cotidiano do Agreste.
Irineu do Mestre: Linhas, pespontos e geometrias que evocam o trabalho em couro, a estética sertaneja e os gibões.
Janete Costa: Design estruturado e elegante que conecta o artesanato tradicional à arquitetura urbana contemporânea.
Do Agreste ao Sertão, a identidade gráfica ganhou vida em palcos, cartazes e sinalizações pelas dez cidades do circuito, culminando na terra de Vitalino, em Caruaru. O resultado é um retrato vivo de Pernambuco: ancestral, vibrante e voltado para o futuro.
A primeira edição aconteeu em 2024, com o objetivo de promover a descentralização da cultura, valorizar as tradições populares e movimentar a economia criativa do estado. Realização: Governo de Pernambuco.
O Festival Pernambuco Meu País é realizado pelo Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).
















