Trailer de “Me Conte Uma História” é lançado; filme mergulha na delicadeza da memória e do afeto

25 de março de 2026

O cinema pernambucano ganha mais um capítulo emocionante com o lançamento do trailer de “Me Conte Uma História”. Baseado em um conto de Allan Rubens, com adaptação e direção de Allan Drade, o filme promete tocar o público ao tratar com extrema sensibilidade temas como o amor, as lembranças e a resiliência das conexões humanas diante do esquecimento.

Uma casa de campo e muitas memórias

A trama se desenvolve no silêncio de uma casa de campo simples, onde a rotina é ditada pelo cuidado. Wagnner Sales interpreta Lucas, um cuidador dedicado que acompanha os dias de Dona Isaura (Nena Pacheco), uma mulher de personalidade marcante que convive com o avanço do Alzheimer. O enredo ganha novas camadas com a chegada de Isabel, vivida por Rita Assis, cujas histórias atravessam as barreiras da memória de Dona Isaura.


Protagonistas: Talentos que Respiram a Cultura Pernambucana

Um dos grandes trunfos de “Me Conte Uma História” é o seu elenco principal, formado por figuras fundamentais das artes e da gestão cultural em Pernambuco:

  • Wagnner Sales (Lucas): Jornalista, ator, apresentador e produtor com uma carreira multifacetada. Há mais de duas décadas, Wagnner é peça-chave no elenco da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém, onde demonstra sua versatilidade ao interpretar cinco personagens diferentes no maior teatro ao ar livre do mundo.

  • Nena Pacheco (Dona Isaura): Herdeira direta da história de Nova Jerusalém — filha dos fundadores Plínio e Diva Pacheco — Nena une a sensibilidade artística à expertise em gestão. Produtora e consultora de segurança para grandes eventos, já esteve à frente de marcos como o São João de Caruaru e o Festival de Inverno de Garanhuns. No filme, ela empresta sua força e vivência para dar vida à emocionante Dona Isaura.

  • Rita Assis é uma atriz de teatro e cinema de Caruaru, reconhecida por sua participação no elenco do megaespetáculo da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém.

Reflexão sobre o invisível

Mais do que um filme sobre a doença, a obra é um convite à reflexão sobre o que permanece quando as lembranças desaparecem. Com uma abordagem poética, o curta reafirma a importância do afeto como o elo final que nos mantém humanos.

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